Deveria estar radiante, feliz, saltitante, bem-humorada, plena. Mas, não. A única coisa que consigo sentir é um grande alívio e só. Finalmente, depois de quase um ano de espera sofriiida, um lar. Vou poder chamar de MEU, vou decorar como quiser e fazer todo mundo tirar o sapato antes de entrar. rs
Isso é bom, mas inexplicavelmente não estou tão feliz quanto deveria. Quer dizer, quanto achei que ficaria. Aliás, há explicação, sim: isso não resolve todos os outros problemas e insatisfações, foi o que disse meu marido hoje. E é verdade, sejamos realistas.
Na quarta-feira, 10/9, quando recebi a ligação com a notícia de que o sufoco tinha chegado ao fim, apenas deixei rolar algumas lágrimas. O dia passou mais leve, sim, mas não consegui ir muito além disso. Nem mesmo na visita feita ao meu futuro refúgio consegui expressar grandes reações.
Estou feliz, aliviada, mas de um jeito diferente. Pode ser cansaço, insatisfação com outras coisas e um medinho de comemorar antes de assinar a escritura. Tanta merda aconteceu nesse tempo que rola uma insegurança. Talvez essa euforia esperada venha quando estivermos estabelecidos, com tudo no lugar, ou não. Por enquanto, vou economizar o pouco da energia que tenho para o que ainda está por vir: reforma, mudança, gastos...
Introspective mode: on.
Segunda-feira, Setembro 14, 2009
Terça-feira, Setembro 08, 2009
Lavando a LOUÇA suja?
Estava aqui pensando no quanto é difícil morar de favor, mesmo que seja com amigos muito queridos - esses dias assim, com céu cinza e chuva sem parar despertam algumas coisas, é involuntário. Não falei disso ainda e, se lembrei e fiquei inquieta, deve ser porque alguma coisa precisa sair.
O aprendizado de quem passa por uma situação dessas é enorme. Claro que deve-se estar aberto a isso. Falo das duas partes: quem acolhe e quem é acolhido.
A bondade de quem abre as portas da própria casa para receber amigos, para que passem um tempo debaixo do seu teto, que já tem regras e rotinas, é inquestionável. Esse é um ato de grandeza e, com o tempo, um treinamento de tolerância e paciência. E haja, não é mesmo? Para os dois lados, inclusive. Mas a posição de "ajudado" muitas vezes deixa a gente sem voz. Há do que reclamar, sim. Mas a situação não permite. Se adequar a rotinas diferentes não é fácil, leva tempo. Não ter pra onde ir não é legal. Depender é ruim, não importa de quem.
Sempre vai haver expectativa, e raramente o que a gente espera do outro vem. A frustração faz parte da vida, desde que nascemos, mas parece que ninguém se acostuma. É humano...
Mas aqui vai a prova de que, quando a amizade é sincera, pode superar até mesmo a convivência! rs
Nunca tive o hábito de lavar a louça sem antes tirar a comida dos dentes, pelo menos, se é que vocês me entendem. Mas fiz isso nos dois lugares onde fiquei: em um, porque me enlouquecia ver aquela pilha na minha frente e no outro porque rolava advertência no caso de louça deixada por mais de 15min na pia. Advertência! O que esperar depois? Suspensão? rs...
Tá, agora eu acho engraçado, mas não foi nada bacana. Sofri do estômago, já vinha sofrendo. E não sofri sozinha. Mais uma vez nosso estômago, coitado. Não falar as coisas acarreta em péssimas consequências. Mas, infelizmente, nem sempre conseguimos expressar nossos sentimentos da maneira correta e essa insegurança faz com que nos calemos.
Muito aconteceu em quase 9 meses. Seis num lugar e dois e pouco em outro. Como explicar que naquele onde passei menos tempo, foi o mais difícil? Não há explicação. As pessoas são diferentes. Enquanto na primeira construí uma amizade muito forte, na outra, quase uma é destruída. E por que? Bolsa "jogada" na cadeira, louça suja, coisas deixadas pela casa (calma, também não era caótico, po...). É, aprendi que isso pode, sim, ser motivo. Fiquei profundamente triste.
Ás vezes é difícil perceber claramente o mundo a nossa volta quando a mente está cansada. Quase um ano sem ter o próprio espaço deixa a gente atordoado. É como perder as raízes, os costumes, ser descaracterizado, ter que agir do jeito que esperam ou do jeito que cabe ao momento, sem tempo de ser "livre", nem mesmo quando chega cansado do trabalho e da faculdade. Muitas vezes fazer o que dá vontade ou deixar de fazer algo, por menor que seja, quando se está na casa dos outros, pode ser entendido como desrespeito, falta de consideração.
Também esperei coisas... Não tive. Normal... E o que mais eu poderia querer? Tinha um teto e estava ao lado de pessoas queridas.
Complicado. Mas o crescimento que vem depois compensa o sacrifício. Falo por mim, acolhida, e creio que isso seja válido para quem acolhe também. Não é fácil pra ninguém. Mas isso cria e fortalece laços que jamais poderão ser quebrados.
Espero que não tenha ficado nenhuma mágoa da parte de quem me ajudou e eu, bom, eu perdôo a bateção de porta (é uma coisa que me mata por dentro porque quando pequena meu pai me ensinou que a maçaneta está lá por alguma razão), as discussões que ouvi e não pude interferir, a baguncinha eterna com a qual aprendi a conviver, a impossibilidade de fazer piadas ruins, a neurose da louça e advertências (às vezes eu tava pra lavar a louça, mas tomava a bronca antes - ai, que raiva, porque fica parecendo que você não ia lavar e só lavou porque tomou a chamadinha... grrrrrrrr), a cara feia e bufante por ver que eu estava usando a máquina de lavar (me senti uma criminosa naquele dia em que tirei os tapetes pra lavar minhas roupas, que não conseguia lavar a quase três semanas porque toda vez que eu ia lavar, tinha roupa batendo). Enfim... a convivência é uma merda.
Se eu tiver que aconselhar alguém passando pelo mesmo problema, diria pra evitar ao máximo morar com os amigos. Se mata de trabalhar e aluga um mocó qualquer, se você for esperto, porque é legal, muito é construído e aprendido, mas é algo extremamente desgastante e se você não tem amigos como os meus, pode ser ainda mais difícil. HAHAHAHA
Re, Fábio, Filé, Biscoito, Lucy, Amy, obrigada pela paciência, pelo amor, pelo carinho, pelo cuidado, pelo espaço que foi dado a nós não só no apartamento, mas na vida e no coração de vocês. Eu sinto que é pra sempre e a intimidade (que também é uma merda) construída nesse tempo foi uma das coisas mais bonitas que eu conquistei nesta vida.
Ju, Adri, Ciça e Léo (o gato mais lindo e fofo do universo), obrigada pelo compromisso, pelo cuidado, pela tolerância, pela amizade e consideração. Foi pouco tempo, mas o suficiente para demonstrar o grande coração que tem essa "família" linda!
Amo vocês!
O aprendizado de quem passa por uma situação dessas é enorme. Claro que deve-se estar aberto a isso. Falo das duas partes: quem acolhe e quem é acolhido.
A bondade de quem abre as portas da própria casa para receber amigos, para que passem um tempo debaixo do seu teto, que já tem regras e rotinas, é inquestionável. Esse é um ato de grandeza e, com o tempo, um treinamento de tolerância e paciência. E haja, não é mesmo? Para os dois lados, inclusive. Mas a posição de "ajudado" muitas vezes deixa a gente sem voz. Há do que reclamar, sim. Mas a situação não permite. Se adequar a rotinas diferentes não é fácil, leva tempo. Não ter pra onde ir não é legal. Depender é ruim, não importa de quem.
Sempre vai haver expectativa, e raramente o que a gente espera do outro vem. A frustração faz parte da vida, desde que nascemos, mas parece que ninguém se acostuma. É humano...
Mas aqui vai a prova de que, quando a amizade é sincera, pode superar até mesmo a convivência! rs
Nunca tive o hábito de lavar a louça sem antes tirar a comida dos dentes, pelo menos, se é que vocês me entendem. Mas fiz isso nos dois lugares onde fiquei: em um, porque me enlouquecia ver aquela pilha na minha frente e no outro porque rolava advertência no caso de louça deixada por mais de 15min na pia. Advertência! O que esperar depois? Suspensão? rs...
Tá, agora eu acho engraçado, mas não foi nada bacana. Sofri do estômago, já vinha sofrendo. E não sofri sozinha. Mais uma vez nosso estômago, coitado. Não falar as coisas acarreta em péssimas consequências. Mas, infelizmente, nem sempre conseguimos expressar nossos sentimentos da maneira correta e essa insegurança faz com que nos calemos.
Muito aconteceu em quase 9 meses. Seis num lugar e dois e pouco em outro. Como explicar que naquele onde passei menos tempo, foi o mais difícil? Não há explicação. As pessoas são diferentes. Enquanto na primeira construí uma amizade muito forte, na outra, quase uma é destruída. E por que? Bolsa "jogada" na cadeira, louça suja, coisas deixadas pela casa (calma, também não era caótico, po...). É, aprendi que isso pode, sim, ser motivo. Fiquei profundamente triste.
Ás vezes é difícil perceber claramente o mundo a nossa volta quando a mente está cansada. Quase um ano sem ter o próprio espaço deixa a gente atordoado. É como perder as raízes, os costumes, ser descaracterizado, ter que agir do jeito que esperam ou do jeito que cabe ao momento, sem tempo de ser "livre", nem mesmo quando chega cansado do trabalho e da faculdade. Muitas vezes fazer o que dá vontade ou deixar de fazer algo, por menor que seja, quando se está na casa dos outros, pode ser entendido como desrespeito, falta de consideração.
Também esperei coisas... Não tive. Normal... E o que mais eu poderia querer? Tinha um teto e estava ao lado de pessoas queridas.
Complicado. Mas o crescimento que vem depois compensa o sacrifício. Falo por mim, acolhida, e creio que isso seja válido para quem acolhe também. Não é fácil pra ninguém. Mas isso cria e fortalece laços que jamais poderão ser quebrados.
Espero que não tenha ficado nenhuma mágoa da parte de quem me ajudou e eu, bom, eu perdôo a bateção de porta (é uma coisa que me mata por dentro porque quando pequena meu pai me ensinou que a maçaneta está lá por alguma razão), as discussões que ouvi e não pude interferir, a baguncinha eterna com a qual aprendi a conviver, a impossibilidade de fazer piadas ruins, a neurose da louça e advertências (às vezes eu tava pra lavar a louça, mas tomava a bronca antes - ai, que raiva, porque fica parecendo que você não ia lavar e só lavou porque tomou a chamadinha... grrrrrrrr), a cara feia e bufante por ver que eu estava usando a máquina de lavar (me senti uma criminosa naquele dia em que tirei os tapetes pra lavar minhas roupas, que não conseguia lavar a quase três semanas porque toda vez que eu ia lavar, tinha roupa batendo). Enfim... a convivência é uma merda.
Se eu tiver que aconselhar alguém passando pelo mesmo problema, diria pra evitar ao máximo morar com os amigos. Se mata de trabalhar e aluga um mocó qualquer, se você for esperto, porque é legal, muito é construído e aprendido, mas é algo extremamente desgastante e se você não tem amigos como os meus, pode ser ainda mais difícil. HAHAHAHA
Re, Fábio, Filé, Biscoito, Lucy, Amy, obrigada pela paciência, pelo amor, pelo carinho, pelo cuidado, pelo espaço que foi dado a nós não só no apartamento, mas na vida e no coração de vocês. Eu sinto que é pra sempre e a intimidade (que também é uma merda) construída nesse tempo foi uma das coisas mais bonitas que eu conquistei nesta vida.
Ju, Adri, Ciça e Léo (o gato mais lindo e fofo do universo), obrigada pelo compromisso, pelo cuidado, pela tolerância, pela amizade e consideração. Foi pouco tempo, mas o suficiente para demonstrar o grande coração que tem essa "família" linda!
Amo vocês!
Terça-feira, Junho 02, 2009
Sutil mensagem aos homofóbicos
Por Lily Allen e leitores do www.gayclic.com
Genial!
Fuck you very very much.
;-)
Genial!
Fuck you very very much.
;-)
Sábado, Maio 30, 2009
Carpe diem
Tanta coisa pra falar e não sai nada... Fica tudo embaralhado na mente...
Não posso, mas quero tanto...
Anyway... sei que um dia as coisas vão ficar mais claras...
O que importa é que hoje é um dia especial. Porque é sábado? Porque tá um friozinho gostoso? Não, mas simplesmente porque é HOJE e isso é tudo o que temos, o hoje pra viver e aproveitar da maneira que acharmos melhor. É esse o meu desejo, e muitos outros, sempre bons e pra sempre.
Não posso, mas quero tanto...
Anyway... sei que um dia as coisas vão ficar mais claras...
O que importa é que hoje é um dia especial. Porque é sábado? Porque tá um friozinho gostoso? Não, mas simplesmente porque é HOJE e isso é tudo o que temos, o hoje pra viver e aproveitar da maneira que acharmos melhor. É esse o meu desejo, e muitos outros, sempre bons e pra sempre.
Quinta-feira, Maio 28, 2009
Una vez tuve una ilusión
Y no supe qué hacer
No supe qué hacer
Por ella
No supe qué hacer
Y se me fue
¿Por la deje
¿Por que la deje?
No sé
Solo sé que se me fue
... Disse Julieta Venegas numa canção...
Y no supe qué hacer
No supe qué hacer
Por ella
No supe qué hacer
Y se me fue
¿Por la deje
¿Por que la deje?
No sé
Solo sé que se me fue
... Disse Julieta Venegas numa canção...
Quinta-feira, Fevereiro 12, 2009
Os males do século
E como era bom quando o mal do século era ser pessimista e encher a cara de vinho nas tavernas... Os que sofreram desse mal tornaram-se grandes poetas, ou vice-versa... rs
Hoje o mal do século é bem outro. Claro, cada mal deve se adequar à sua época.
Quando não tinha lá tanta gente no mundo, nem tanta coisa pra fazer, o tédio e o pessimismo apareciam. Sem muitas responsabilidades fica fácil viver em tavernas bebendo e expressando idéias e pensamentos em poemas. Não estou desmerecendo, aliás, nem um pouco! Eram outros tempos...
Agora, com toda essa gente no mundo e tanto peso nas costas, não é surpresa ver a depressão e o pânico tomarem conta. O ritmo dessa vida maluca, que leva a gente como se fosse uma tempestade em alto mar, não é bolinho, não. É loucura total! É um bando de gente querendo a mesma coisa ao mesmo tempo, querendo ir ao mesmo lugar ao mesmo tempo, entrar no mesmo vagão ao mesmo tempo... Não é?
Difícil de aguentar (viva o fim da trema!!! - talvez esta seja a única alteração da qual me lembro, mas em breve saberei todas... rs... agora voltemos ao post).
Sim, o ser humano é adaptável, mas não tem sangue de barata. Quer dizer, alguns tem... Deixa pra lá. O ponto é que quase ninguém passa ileso pelos problemas que podem surgir ao longo de apenas uma vida. Cada um lida de um jeito, ou não lida e espera o corpo dar um basta, ou qualquer outra coisa do tipo. Não tem muita regra pra isso.
Mas a mente, sempre querendo pregar peças e amedrontar a gente, não pode ser levada tão a sério nessas horas. Ela pode ganhar força e fazer demoronar sonhos e conquistas... De onde tirar forças? Não sei. Gostaria de ter essa resposta... Mas posso arriscar um palpite: quem nunca viu Peter Pan, né? Pensar nas coisas boas pelas quais já passamos, nas pessoas que amamos e na parte boa da vida pode não fazer voar de fato, mas pode nos distanciar bastante das coisas ruins. Não?
Hoje o mal do século é bem outro. Claro, cada mal deve se adequar à sua época.
Quando não tinha lá tanta gente no mundo, nem tanta coisa pra fazer, o tédio e o pessimismo apareciam. Sem muitas responsabilidades fica fácil viver em tavernas bebendo e expressando idéias e pensamentos em poemas. Não estou desmerecendo, aliás, nem um pouco! Eram outros tempos...
Agora, com toda essa gente no mundo e tanto peso nas costas, não é surpresa ver a depressão e o pânico tomarem conta. O ritmo dessa vida maluca, que leva a gente como se fosse uma tempestade em alto mar, não é bolinho, não. É loucura total! É um bando de gente querendo a mesma coisa ao mesmo tempo, querendo ir ao mesmo lugar ao mesmo tempo, entrar no mesmo vagão ao mesmo tempo... Não é?
Difícil de aguentar (viva o fim da trema!!! - talvez esta seja a única alteração da qual me lembro, mas em breve saberei todas... rs... agora voltemos ao post).
Sim, o ser humano é adaptável, mas não tem sangue de barata. Quer dizer, alguns tem... Deixa pra lá. O ponto é que quase ninguém passa ileso pelos problemas que podem surgir ao longo de apenas uma vida. Cada um lida de um jeito, ou não lida e espera o corpo dar um basta, ou qualquer outra coisa do tipo. Não tem muita regra pra isso.
Mas a mente, sempre querendo pregar peças e amedrontar a gente, não pode ser levada tão a sério nessas horas. Ela pode ganhar força e fazer demoronar sonhos e conquistas... De onde tirar forças? Não sei. Gostaria de ter essa resposta... Mas posso arriscar um palpite: quem nunca viu Peter Pan, né? Pensar nas coisas boas pelas quais já passamos, nas pessoas que amamos e na parte boa da vida pode não fazer voar de fato, mas pode nos distanciar bastante das coisas ruins. Não?
Quarta-feira, Janeiro 21, 2009
Cuidado com o que você deseja
Lembro bem que quando voltei da Ilha Grande, há uns dois anos, meu ódio pela banda Calypso cresceu muito. Esclareço: li no site da Ilha um pedido para que os visitantes deixassem a trilha sonora por conta da natureza, o que passa uma total imagem de que o lugar é tranquilidade pura. E pra que? Pra chegar lá e me deparar com aquelas praias paradisíacas dominadas pelo som da banda mais brega do país. Maravilha! Quando eu queria tomar sol sossegada, ouvindo o barulhinho do mar, só o que conseguia escutar era o som da voz daquela vaca!
O pior foi que até no passeio de escuna, o CD mais tocado era o deles. E a cena mais deprimente do passeio foi uma idiota falando pra uma gringa que aquela era a nossa maravilhooosa música brasileira. Que vergonha! TANTA coisa boa e a anta apresentou Calypso. Ok.
Cheguei em SP traumatizada e desejando que o avião do Calypso caísse. Demorou, mas caiu mesmo! CALMA! Não tô comemorando, a banda não estava dentro. rs... Tá bom, parei! Sério, fiquei com peso na consciência. E outra, depois que assisti ao VMB (Vergonha, Mico e Baboseiras da MTV) e vi a alegria na cara do coitado do Chimbinha quando foi escolhido para fazer parte da banda dos sonhos, fiquei com remorso e até passei a simpatizar com eles - o que não significa que eu tenha cogitado gostar do lixo de som que eles fazem, tááám?
Bom, esses dias o teto da Renascer caiu, né? É, juro que também desejei isso. Tenho medo de mim!!! A pior parte para aqueles que morreram nessa tragédia é que quando chegarem no céu - se chegarem - não vão encontrar o pedacinho pelo qual pagaram. CLARO QUE NÃO, porque a Bispa Sônia e o outro lá, que não sei nem o nome (Edir Macedo? rs... Tá vendo, é tudo fdp...) estão bem longe com esse dinheiro. E enquanto eles enchem o rabo com a grana dos fiéis otários, contratam uma empresa, se é que podemos chamar de empresa, de fundo de quintal pra construir o teto da "igreja". E o que aconteceu??? Merda, claro!
Agora os mercenários ainda tem coragem de pedir doações para reforma. É impressionante! Em cima dessa desgraceira toda, eles dão um jeitinho de ganhar dinheiro. Dinheiro, dinheiro, dinheiro!!!
Já perceberam que nos cultos, quando o pastor, bispo ou sei lá o que pergunta ao infeliz fiel qual foi a graça alcançada, eles respondem: consegui comprar um carro, uma casa, uma fazenda, um caminhão? Você não vê ninguém falando que aprendeu a ser humilde, a amar a todos, a ser sincero e honesto, que agora passa mais tempo com a família, que conseguiu ajudar alguém.
Pois é... a coisa toda gira em torno de dinheiro e bens materiais, enquanto a moral vai pro ralo. E é engraçado ver o quanto esses caras acreditam que eles estão no caminho certo. Quer dizer, se vc não é da ingreja deles, você ainda não aceitou Jesus no seu coração e vai pro inferno. Ah, se o magrão estivesse aqui pra ver essa presepada... coitado... rs
Quantos tetos mais terão que cair em cima dessa ignorância toda?
Desculpa, eu sei que religião não se discute e que é feio desejar o mal, mas é foda assistir a tudo isso e não ficar indignado.
Ok, vou parar de desejar acidentes. Acho que já desabafei o suficiente aqui sobre as duas coisas que mais me aborrecem. E fica aqui registrado que se alguma outra situação parecida acontecer, não foi culpa minha. rs
O pior foi que até no passeio de escuna, o CD mais tocado era o deles. E a cena mais deprimente do passeio foi uma idiota falando pra uma gringa que aquela era a nossa maravilhooosa música brasileira. Que vergonha! TANTA coisa boa e a anta apresentou Calypso. Ok.
Cheguei em SP traumatizada e desejando que o avião do Calypso caísse. Demorou, mas caiu mesmo! CALMA! Não tô comemorando, a banda não estava dentro. rs... Tá bom, parei! Sério, fiquei com peso na consciência. E outra, depois que assisti ao VMB (Vergonha, Mico e Baboseiras da MTV) e vi a alegria na cara do coitado do Chimbinha quando foi escolhido para fazer parte da banda dos sonhos, fiquei com remorso e até passei a simpatizar com eles - o que não significa que eu tenha cogitado gostar do lixo de som que eles fazem, tááám?
Bom, esses dias o teto da Renascer caiu, né? É, juro que também desejei isso. Tenho medo de mim!!! A pior parte para aqueles que morreram nessa tragédia é que quando chegarem no céu - se chegarem - não vão encontrar o pedacinho pelo qual pagaram. CLARO QUE NÃO, porque a Bispa Sônia e o outro lá, que não sei nem o nome (Edir Macedo? rs... Tá vendo, é tudo fdp...) estão bem longe com esse dinheiro. E enquanto eles enchem o rabo com a grana dos fiéis otários, contratam uma empresa, se é que podemos chamar de empresa, de fundo de quintal pra construir o teto da "igreja". E o que aconteceu??? Merda, claro!
Agora os mercenários ainda tem coragem de pedir doações para reforma. É impressionante! Em cima dessa desgraceira toda, eles dão um jeitinho de ganhar dinheiro. Dinheiro, dinheiro, dinheiro!!!
Já perceberam que nos cultos, quando o pastor, bispo ou sei lá o que pergunta ao infeliz fiel qual foi a graça alcançada, eles respondem: consegui comprar um carro, uma casa, uma fazenda, um caminhão? Você não vê ninguém falando que aprendeu a ser humilde, a amar a todos, a ser sincero e honesto, que agora passa mais tempo com a família, que conseguiu ajudar alguém.
Pois é... a coisa toda gira em torno de dinheiro e bens materiais, enquanto a moral vai pro ralo. E é engraçado ver o quanto esses caras acreditam que eles estão no caminho certo. Quer dizer, se vc não é da ingreja deles, você ainda não aceitou Jesus no seu coração e vai pro inferno. Ah, se o magrão estivesse aqui pra ver essa presepada... coitado... rs
Quantos tetos mais terão que cair em cima dessa ignorância toda?
Desculpa, eu sei que religião não se discute e que é feio desejar o mal, mas é foda assistir a tudo isso e não ficar indignado.
Ok, vou parar de desejar acidentes. Acho que já desabafei o suficiente aqui sobre as duas coisas que mais me aborrecem. E fica aqui registrado que se alguma outra situação parecida acontecer, não foi culpa minha. rs
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